Dudinha para Dona Dourinha, Duda para os amigos de infancia de adolecencia, Jesus da Costa Patricio para a nossa Professora da alfabetizaçao D. Socorro, um menimo calmo que não deu nenhum trabalho para seus pais, nós eramos muito amigos ,pois em 1979 quando cheguei em Alencar fui morar na mesma rua com minha vó, eramos 3 quase inseparáveis, em Flavio Lavor, Adenildo Martins e Duda, falei quase porque Duda brincava com agente, estudavamos juntos mas nas horas de fazemos danacões ele caia fora sua mãe muito seloza e cuidadosa não queria que ele ficasse muito tempo com agente, logo ela chamava e dizia dudinha meu filho não vá andar com eles dois não por que eles são muito danados, ela não falava para a agente. Mas a gente escondiamos e ouvia.
Eu e adenildo eramos muito danados e também muito moleque totalmente o oposto dele, não demorou muito e nos separamos e só após muitos anos ele começou a aproxima-se de mim. Lembro bem que durante toda essa vida nos discutimos uma unica vez e eu fui muito puro com ele, fui sincero ao estremo. E esse foi o motivo da nossa separação, nosso afastamento, porém anos depois ele veio e min pediu desculpas e voltamos a ser amigos. "Um dia eu falava pra ele o ruim de não ter aprontado quando criança e que depois de aldulto não tem muito o que conversar, aliais que contar, e ele só Riu"
Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade.
(Franscisco flavio Correia Lavor )




