As negociações preveem que os PMs e bombeiros terão o reajuste
salarial de 6,5% retroativo a janeiro deste ano, que havia sido
prometido pelo governo, e que os policiais que participaram da greve não
serão presos.
Representantes dos grevistas disseram que a paralisação estava
terminando "pelo bem da sociedade" e não por causa do Carnaval, que
acontece dentro de cinco dias.
Segundo o Correio, os PMs decidiram utilizar a via judicial
para tentar negociar a liberação dos grevistas presos, entre eles o
líder do movimento, o ex-PM Marco Prisco.


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